MÚSICA NACIONAL por Aline Fiorin



Você Vai Lembrar De Mim
Quando eu te vejo

Espero teu beijo

Não sinto vergonha

Apenas desejo

Minha boca encosta

Em tua boca que treme

Meus olhos eu fecho

Mas os teus estão abertos

Tudo bem se não deu certo

Eu achei que nós chegamos tão perto

Mas agora com certeza eu enxergo

Que no fim eu amei por nós dois

Esse foi um beijo de despedida

Que se dá uma vez só na vida

Explica tudo, sem brigas

E clareia o mais escuro dos dias

Tudo bem se não deu certo

Eu achei que nós chegamos tão perto

Mas agora com certeza eu enxergo

Que no fim eu amei por nós dois

Mas você lembra!


Você vai lembrar de mim


Que o nosso amor valeu a pena
Lembra é o nosso final feliz
Você vai lembrar...
Vai lembrar...sim...
Você vai lembrar de mim.








Lembranças de uma história de amor... Esse é um dos mais comuns temas de músicas românticas, independente do motivo da separação. Muitas vezes, o término não é o caminho escolhido por ambos, sendo assim, alguém vai sentir mais o vazio e a distância provocada.
Mas, como nessa vida, quase tudo o que não nos mata, fortalece, existe a superação. Não digo o fim do desejo de estar junto, até porque pode-se preservar a admiração, falo de não sentir vergonha de admitir que ainda vê inegáveis qualidades no antigo companheiro. Pra falar a verdade, considero um perfeito idiota a pessoa que cospe no prato que comeu. Pronto, falei!
A aceitação é a melhor forma de se despedir do que já não vai mais adiante. Se o sentimento é verdadeiro e ainda existe respeito, acredito ser válido até mesmo um beijo de despedida. E essa é a variante da canção “Você vai lembrar de mim” da banda Nenhum de Nós. Thedy Corrêa foi perfeito (na minha humilde opinião) em musicar uma lembrança de amor. As coisas podem mesmo dar errado, um pode amar mais que o outro ou não estar no tempo do outro. Confiar e achar que esse amor vale à pena pode partir de uma só pessoa.
A melhor forma de se resolver essa situação é aceitar e permitir uma despedida digna ao que foi vivido, só assim se sentirá a certeza e a liberdade para virar a página. Mas uma coisa é certa, as lembranças não ficam estacionadas no passado, elas nos acompanham e vez ou outra (quase sempre) dão sinal daquilo que somou às nossas experiências e de que se chegar perto não foi o bastante, pelo menos valeu à pena tentar.
Texto de: Aline Fiorin

1 comentários:

Franklyny disse...

Preciso de caixas e preciso de beijos.

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